Morte sob a perspectiva do Budismo Tibetano

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A morte é a única grande certeza da vida, e no entanto continua sendo temida. “Uma boa morte é aquela na qual somos capazes de evitar as distrações da tristeza, da perda e da dor física e dirigir a nossa mente para a sabedoria última”, ensina a lama Chagdud Khadro, directora espiritual do Khadro Ling, o maior templo budista tibetano da América Latina. “Quando reconhecemos que cada momento das nossas vidas é impermanente, como um sonho, e que a cada instante nos aproximamos da morte, nos sentimos motivados a encontrar um sentido mais profundo na vida. Do contrário, a vida passa, os momentos se dissipam, e subitamente estamos em nosso leito de morte, perguntando-nos qual a razão de tudo isso”, diz a lama.

Para ela, contemplar a impermanência e a morte ajuda o indivíduo a ter claras suas prioridades. “Sabendo que as consequências de todas as nossas acções, sejam positivas ou negativas, seguem-nos como uma sombra, torna-se lógico abster-se do que é prejudicial para nós e para os outros”, finaliza.

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