9 Ensinamentos do Budismo para uma vida leve

ssa_1455884975.jpg

O Budismo dá lições importantes para quem deseja viver melhor. Um dos principais ensinamentos dessa filosofia milenar é: a felicidade está dentro de nós e não nas coisas materiais.

“Hoje, o nosso foco está muito virado para o mundo externo e esquecemo-nos de cuidar da nossa mente, que, ao contrário do corpo, não tem limites”, diz a monja Mudita, do Centro de Meditação Kadampa Mahabodhi. Segundo ela, para viver de maneira leve é preciso parar, respirar e reflectir sobre os próprios sentimentos. Faça isso sempre que estiver vivendo um momento menos bom. De seguida, nove ensinamentos de Buda que podem melhorar muito a sua vida!

1. CONTROLE A SUA MENTE

A felicidade e o sofrimento não estão nas coisas em si, mas na forma como nos relacionamos com elas, diz a monja Mudita. Quando está  serena, nada a tira do sério. Segundo o Budismo, pensar de maneira mais positiva manda os problemas para longe.

2. OLHE AO REDOR COM AMOR

Tudo depende das pessoas para existir: até mesmo a cadeira que a deixa mais confortável. É preciso olhar para o outro sabendo que, com certeza, ele fez algo de bom. Isso faz-nos perceber que vivemos numa imensa rede de bondade, respeito e amor!

3. SEJA DONA DA SUA FELICIDADE

Quando temos boas acções, plantamos sementes que vão florescer em felicidade. O mesmo se aplica às acções negativas. Devemos perceber que somos portadoras da própria felicidade. Isso nos faz reflectir antes de agir, pensar e falar.

4. ALEGRE-SE PELOS OUTROS

Quem nunca invejou a sorte da amiga que ganhou uma promoção no trabalho? Tente reverter esse sentimento. “Buda diz que alegrar-se com a felicidade do outro faz com que tenha essa felicidade no futuro também”, afirmou a monja.

5. PRATIQUE O DESAPEGO

Uma das principais lições do Budismo é praticar o desapego. “O apego é uma mente egoísta que faz pensar só em si mesma e não no outro, além de gerar sofrimento caso perca o que tanto estima”, fala Mudita.

6. VIVA CERCADA DE GENTE DO BEM

Tenha por perto amigos que fazem florescer o seu lado bom. E não deixe que gente stressada a faça perder a fé na vida. “Deseje o bem a elas e peça que consigam libertar-se desse estado negativo”, ensina Mudita.

7. SÓ VÁ ATÉ ONDE DER

Segundo a monja, é importante buscar locais que a deixem confortável e feliz. Por que arriscar-se num parque de diversões se os brinquedos causam medo em si? “É preciso descobrir o que nos faz bem ou não”, explica. Não tenha dúvidas de que respeitar os seus limites deixará mais leve!

8. ELIMINE A RAIVA DA SUA VIDA

Enquanto a sua mente estiver tomada pela raiva, será difícil encontrar a felicidade. O Budismo ensina a aprimorar a virtude da paciência, da compaixão e do amor. Assim, não haverá espaço para esse sentimento.

9. CONTROLE AS SUAS EXPECTATIVAS

Manter os pés no chão é um bom caminho para viver melhor: quem tem muitas expectativas tem mais oportunidade de sentir frustação, o que gera sofrimento. Viva em equilíbrio e deixe a vida fluir. “Tudo é impermanente neste mundo”, diz Mudita. Um “não” agora pode transformar-se num “sim” amanhã.

Fonte: mdemulher

O apelo de Dalai Lama

naom_5899bfe168b98

“Faço o apelo a todos aqueles que pertencem à geração do Século XXI para serem determinados para criar um Mundo mais positivo e pacífico. Usem a vossa inteligência numa maneira positiva para criarem corações calorosos para se tornarem num catalizadorna construção da mudança. Quando o sistema de educação encoraja somente objectivos materialistas com pouca preocupação para com os valores humanos universais, cultivar corações calorosos podem fazer a diferença.

Quanto tempo se deve meditar?

meditation

Pergunta: Estou tentando começar uma prática diária de meditação, mas ouço muitas opiniões conflituantes sobre quanto tempo devo meditar. Qual é o conselho?

Resposta: Existem duas visões diferentes sobre isso:

1. Qualquer tempo gasto meditando é bom, não importa que seja curto.

2. Quanto mais meditar, melhor. A coisa é, ambos têm razão. Mesmo cinco minutos por dia é melhor do que nada, e uma sessão de meditação mais longa pode ser mais benéfica do que uma mais curta.

Meia hora por dia pode ser um bom ponto de partida, mas a chave é o que funciona para si. A coisa mais importante é manter uma prática regular de meditação. Se praticar por tanto tempo que infrinja o resto da sua vida e o stress para fora, ou se sente como uma tarefa árdua e não gosta, então será menos propenso a fazê-lo todos os dias.

No entanto, há uma directriz objectiva. Deve meditar o tempo suficiente para a sua mente e corpo se estabelecer. Somente quando os seus pensamentos se acalmam e o seu corpo está relaxado é que pode realmente começar a sua prática. Isso pode levar os primeiros cinco ou dez minutos da sua sessão de meditação, então tente sentar o tempo suficiente para passar pela fase de sedimentação e ter tempo suficiente para realmente aproveitar e se beneficiar da prática.

Fonte: Lionroar

Meditação Budista: Método Científico para experimentar Paz.

5cc307ca2ee9b8866a39393a67d1ceed

Guen Kelsang Sangden é a directora espiritual nacional dos Centros Budistas Kadampas no México, Nicarágua, Colombia e Chile. É originária da Irlanda do Norte e reside no México desde há  19 anos. Com um sorriso, a mestre estabelece a forma como os ensinamentos budistas podem ajudar-nos a cultivar a vida pacífica para melhorar os nossos estados mentais.

O que significa mudar a nossa natureza do mal para o bem? O que está errado com a nossa natureza?

A desvantagem da nossa natureza é o nosso egoísmo. E pensar que somos o centro do universo leva ao egoísmo, raiva, apego, orgulho, arrogância, intolerância e impaciência. E dessa atitude egoísta para fora saem todos os estados mentais negativos.

O que se refere quando diz que esses ensinamentos são um método científico?

Método científico significa que ele é testado e comprovado de que se o fizermos, produz sempre o mesmo efeito. Neste caso, se estimar os outros é definido que vamos experimentar a paz e a felicidade mental. Se continuarmos com transtorno obsessivo e a autopreocupação, é definido que vamos gerar estados negativos da mente e vamos experimentar o sofrimento. Estamos acostumados a que a ciência é algo externo, como a ciência física, química ou biológica. Esta é a ciência interior de como a mente funciona. Se a nossa mente está em paz, sentimo-nos sempre felizes. Esta é a melhor maneira de beneficiar os outros de maneira prática.

De um modo geral, as pessoas concordam que o egoísmo é uma coisa negativa, mas por que lutamos para vencer o egoísmo?

Acho que é porque nós não entendemos que é algo negativo. Nós acreditamos que é algo necessário. Nós todos queremos ser felizes e acreditamos que a forma de assegurar a nossa felicidade é apenas um pensamento. Acreditamos que o papel de tudo e de todos está a fazer-nos felizes. Isto leva, necessariamente, à frustração, raiva e impaciência, porque sentimos que a função de todos nós agradar e quando os nossos desejos não são cumpridos incomoda. Eu acho que a maneira de nos convencer de que o egoísmo precisa ser reduzido e eliminado é através da experiência. Este é o método científico. Se eu sentir que o pensamento dos outros diminui os meus estados mentais perturbadores, eu começo a ser mais paciente, amorosa, solidária e isso dá necessariamente paz. Se eu considerar os outros, sinto-me bem, e     em seguida, observa-se empiricamente que isso funciona.

Como podemos realmente pratica-lo?

Não é o suficiente para dizer: não seja egoísta. Precisamos ouvir uma e outra vez os ensinamentos, contemplá-los e levá-los a sério na meditação. A meditação é precisamente o método de deshabituar desses maus hábitos mentais, verbais e físicas de agir de forma tão egoísta e familiarizar-nos com estados mentais dos pacientes amorosos e virtuosos. Podemos pensar que a meditação é o método para familiarizar a mente com pensamentos virtuosos.

As pessoas que têm outras crenças religiosas, ou que não têm, pode aplicar esses ensinamentos?

Não só eles podem, mas todos eles precisam disso porque nos ensinamentos budistas, explicar como funciona a mente e esta é uma informação para todos, independentemente do estilo de vida ou crenças do povo. Precisa de entender como a mente funciona, e por causa da mente depende felicidade e sofrimento. Do lado dos ensinamentos não há nenhuma exigência sobre o que a pessoa cria, sobre o que cada pessoa tem de adoptar e ou no que acreditar no que acreditar. O objetivo é para melhorar as nossas vidas, e resolver os nossos problemas de dentro.

Fonte: El Nuevo Diário. Foto: Alejandro Sanchez

Budismo e Política

Buddhist monks who are supporters of the CNRP react as party leader Sam Rainsy announces the result of a meeting with Cambodian PM Hun Sen in Phnom Penh

Normalmente as pessoas perguntam qual é a posição do Budismo e dos budistas com relação a política, em virtude de um imaginário popular, que as pessoas têm com relação a uma postura calma e tranquila dos seguidores budistas sobre este assunto.

Todos sabem o que é a política. É a arte de conduzir os povos rumo as realizações mais elevadas, como nos falavam os sábios e como nos mostravam os sábios de antigamente e como nos mostram as arquiteturas sagradas das pirâmides (egípcias e mesoamericanas) e zigurates. Pois o objectivo é propiciar o impulso necessário para a realização do ser humano na sua iluminação e na promoção do bem e da justiça.

O Budismo não tem pretensões políticas, mais precisamente, político-partidária, pois o objectivo é estar acima da política, ou seja, ser supra política, orientando os homens com os seus ensinamentos, baseados na Lei de Causa e Efeito, a um direcionamento nas ações correctas.

O posicionamento do Budismo frente a política é de apoio ao melhor, ou seja, ao mais sábio e virtuoso que irá governar os recursos e a sociedade, como nos dizia Platão, na sua obra a “República”. Desta forma o Budismo apoia a verdadeira aristocracia. Pois são os homens virtuosos que possuem a condição e potencialidade para conduzir os povos.

Contudo, na ausência de homens virtuosos e sábios o Budismo retira o apoio e se abstêm da política em virtude da postura contrária aos corruptos e imorais, que ansiosos por controlar a sociedade e famintos pelo poder trazem mazelas terríveis para a sociedade. E as tradições budistas não são coniventes com esta conjuntura.

Uma das questões que o budismo aborda com relação a política é a sua actuação dentro do processo civilizatório, pois o Dharma é o caminho para a realização dos homens na sua elevação espiritual. Mesmo com a sua retirada na política em virtude do desencaminhar ocorrido, os budistas compreendem e respeitam a necessidade da política para os homens comuns, mas com a conjuntura decadente e oclocrática ocorre uma oposição aos regimes corruptos.

Os ensinamentos do Buda mostram-nos que são as ilusões e os desejos que movem os homens para as realizações, porém o apego as ilusões é que distorcem os caminhos e levam as sociedades a decadência. O Buda adverte-nos:”Percebam que este mundo é impermanente, que as nações são inseguras e instáveis…”. Principalmente nos momentos de decadência gerada pelas paixões e ilusões, que nos desviam dos caminhos correctos e seguros para as missões que temos na vida.

Autor: Professor Roberto Bastos

O Medo e o Ego | Matthieu Ricard

44736_matthieu-ricard_440x260

O ego, escreve o filósofo budista Han de Wit, “é também uma reacção afectiva ao nosso campo de experiência, um movimento mental de recuo baseado no medo”. Por medo do mundo e dos outros, por receio de sofrer, por angústia sobre o viver e o morrer, imaginamos que ao escondermo-nos dentro de uma bolha — o ego — estaremos protegidos. Criamos, assim, a ilusão de estarmos separados do mundo, acreditando que dessa forma evitaremos o sofrimento. Na realidade, o que acontece nesse caso é justamente o contrário, uma vez que o apego ao ego e à auto-importância são os melhores ímãs para atrair o sofrimento.

O genuíno destemor surge com a confiança de que seremos capazes de reunir os recursos interiores necessários para lidar com qualquer situação que surja à nossa frente. Isso é totalmente diferente de retirar-se na auto-absorção, uma reacção de medo que perpetua profundos sentimentos de insegurança.

Cada um de nós é, de facto, uma pessoa única, e está certo reconhecermos e apreciarmos quem somos. Mas ao reforçarmos a identidade separada do ego, perdemos a sintonia com a realidade. A verdade é que somos fundamentalmente interdependentes das outras pessoas e do ambiente. A nossa experiência é o conteúdo do fluxo mental, do continuum da consciência, e não há justificativa para ver o ego como uma entidade distinta desse fluxo.

Imagine uma onda que se propaga, influencia o ambiente e é influenciada por ele, sem que por isso se transforme no meio de veiculação ou transmissão de qualquer entidade particular.

Porém estamos tão acostumados a fixar o rótulo de “eu” a esse fluxo mental, que chegamos a nos identificar com este último e temer o seu desaparecimento. Segue-se daí um poderoso apego ao ego e à noção de “meu” — meu corpo, meu nome, minha mente, minhas posses, meus amigos, e assim por diante — que leva ao desejo de possuir ou ao sentimento de repulsa pelo “outro”.

É assim que os conceitos de “eu” e “outro” se cristalizam na nossa mente. Ficamos com a impressão errada de que existe uma dualidade irredutível e inevitável, criando assim a base para todas as nossas aflições mentais, como o desejo alienante, o ódio, o ciúme, o orgulho e o egoísmo.

Nesse ponto percebemos o mundo através do espelho deformante das nossas ilusões e permanecemos em desarmonia com a verdadeira natureza das coisas, o que leva à frustração e ao sofrimento.

Matthieu Ricard

Os Segredos do Sexo Tântrico

Indian-lovers-in-tantric-position-north-west-India-original-manufact-10-11-century.jpg

O Tantrismo, de que actualmente tanto se fala, não é apenas mais um género de filosofia que tenha surgido recentemente. Uma mistura de ioga, meditação, budismo, caracteriza o tão badalado Sexo Tântrico.

Quem julga que após este artigo vai praticar sexo tântrico de um dia para o outro, engana-se! Primeiro porque o Tantrismo é uma arte, uma filosofia de vida, que não pode ser adoptada de um momento para o outro e, depois, porque o sexo tântrico não é tão simples como possa pensar. Requer tempo, aprendizagem e conhecimentos!

Nascido na Índia Medieval, o Tantrismo remonta a filosofias tão antigas como o Budismo. Praticado a partir do século IV, o Tantrismo é um ensinamento que tem vindo a ser passado de geração em geração, por via oral, do mestre para o seu discípulo. Aliás, talvez não seja por acaso que ‘Tantra’ significa exactamente continuidade, sucessão e desenvolvimento contínuo.

A energia é a palavra chave desta filosofia de vida. É necessário despertar a energia, elevá-la o mais alto possível, até atingir o seu expoente máximo, e depois aprender a dominá-la. Por isso, o Tantrismo eleva os impulsos e os desejos sexuais ao seu mais alto nível, aprendendo a geri-los e a dominá-los à vontade do ser humano, embora nunca sejam reprimidos, à excepção da ejaculação. Aqui, no sexo tântrico, a energia é materializada na mulher. Os corpos são puros, quase sagrados, idolatrados na sua essência e funções.

Para além do prazer, o Tantrismo defende a união sexual do homem e da mulher, em que a mulher representa Shakti, e o homem Shiva. Não se trata apenas da união de duas corpos que se fundem no acto sexual, mas também a fusão entre as duas forças do mundo: o homem e a mulher num sentido espiritual e sexual.

É esta ligação dos corpos que os fiéis do sexo tântrico apelidam como divina e única, o verdadeiro símbolo da criação e procriação de tudo o que nos rodeia. Nos dois corpos que se tornam uno está realmente o nascimento do universo, e a cada momento que os corpos se fundem celebra-se mais um momento de criação humana.

Na teoria tântrica a verdadeira importância da fusão dos corpos está centrada na energia. Esta energia está em todo o nosso corpo, fluindo por todos os locais energéticos que possuímos.

A nuca, os órgãos genitais a coluna, a testa e o estômago são os centro energéticos do corpo ou, em linguagem mais correcta, os chakras, pontos concentrados de energia. É ajudando a fluir melhor ainda essa energia e a recebê-la correctamente que os praticantes de sexo tântrico se centram. Mas, só é possível uma melhor fluidez da energia através de exercícios de meditação, respiração e concentração, que os levam a atingir um expoente sexual máximo e duradouro. Só assim é possível manobrar e controlar essas energias!

A mulher é quem rege as regras para que os corpos se fundam. O homem terá que lhe dar prazer, sem ejacular, concentrando-se o máximo possível no acto.

Controlando-se até à exaustão, o homem deverá conseguir aumentar o desejo à sua companheira e esta ajudá-lo a ele a conter-se. Indubitavelmente, é necessário uma grande concentração de ambas as partes, para que a fusão dos corpos dure uma hora, tempo médio dos praticantes de sexo tântrico, embora o tempo tenha a ver com uma questão de prática pois há mesmo quem consiga durar horas com o sexo tântrico. Os orgasmos podem durar 15 minutos, e a parceira fica sempre por cima ou à frente, pois é ela que controla sempre a situação.

Muitas das posições são características do reino animal e, por isso, muitas das posições do sexo tântrico remontam sempre para a incursão de animais nos nomes das mesmas. As técnicas de respiração, postura, concentração são indispensáveis para a prática do sexo tântrico, senão seria impossível ter o potencial de equilíbrio que os seus praticantes possuem. Além do mais, os músculos devem ser controlados.

A mulher deve contrair os seus músculos genitais durante 5 segundos e depois descontrair. Assim, a mulher pode ‘aprisionar’ o sexo masculino e depois libertá-lo um pouco mais, sempre que ela entender. A relação sexual é dominada por ela, mas sempre com o auxílio do homem.

A realização de sexo tântrico não é para uma ‘noite de engate’. O Tantrismo implica um conhecimento prévio da pessoa, das suas capacidades, e é necessário que haja uma grande intimidade entre eles para que seja possível controlarem as suas energias e concentrarem-se. Para os casamentos que caíram na rotina, o sexo tântrico é como um milagre trazido dos Deuses. A desinibição do casal é total, há uma maior cumplicidade e a alma e corpo de cada um é purificada pelas energias que fluem no corpo, mas que o casal aprende a controlar.

Para além de uma junção entre o sexos, existe acima de tudo uma forte actividade espiritual. O objectivo do Tantrismo é alcançar essa purificação e equilíbrio espiritual através do acto sexual, lento, demorado, mas totalmente controlado.

No Tantrismo não existem relações sexuais rápidas! Tudo é lento e implica a máxima concentração, técnica de respiração e relaxamento. Crie você e o seu companheiro um espaço para o sexo tântrico, com velas, música ambiente. Deixe estar a queimar incenso, tome um banho perfumado antes, e opte por travesseiros e um colchão confortável.

Tome uma refeição leve, com afrodisíacos, usem óleos aromáticos, e excluam posições nas quais a mulher se possa cansar. Um conselho: consulte pormenorizadamente o Grande Livro do Tantra!

Fonte: Mulher Portuguesa