A ideia de levar a meditação para dentro das salas de aula tem ganhado atenção em vários países. Em setembro de 2017, o Portal do Budismo publicou uma reflexão sobre o que poderia mudar se as crianças praticassem mindfulness no ambiente escolar.
Programas como o Mentes Sorridentes e o Mind Up já vinham a ser aplicados em contextos educativos, propondo exercícios simples de atenção plena adaptados à idade dos alunos. A pergunta que o artigo colocava era direta: e se esta prática se tornasse parte do dia a dia de todas as escolas?
Estudos referidos na altura, incluindo um artigo do The New York Times sobre The Mindful Child, sugeriam que a meditação poderia ajudar as crianças a gerir a ansiedade, melhorar a concentração e desenvolver competências emocionais desde cedo. Em Portugal, o Observador também abordou o tema, questionando se haveria uma geração que já não consegue desligar.
O artigo do Portal do Budismo convidava os leitores a imaginar um cenário em que o típico som “Ohmm…” ecoasse nas escolas, não como uma moda passageira, mas como uma ferramenta de equilíbrio interior. A proposta não era substituir matérias curriculares, mas complementar a formação das crianças com momentos de silêncio e introspeção.
Para os leitores interessados em explorar o tema, o artigo remetia também para recursos como o site O Pequeno Buda e projetos ligados ao conceito de mindfulness em contexto escolar.
